Reparadora Face

Reconstrução órbito-palpebral
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reconstrução órbitro-palpebral é um procedimento realizado após trauma ou defeitos na região das pálpebras decorrente de acidentes ou da retirada de tumores. De acordo com o cirurgião plástico Guilherme Miranda, que atende nos bairros de Ipanema e Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a técnica utilizada na reconstrução órbitro-palpebral assim como o tempo de duração da cirurgia vai depender do tipo e grau de lesão ocorrida.

Anestesia:

Recomenda-se a anestesia local com sedação ou geral na reconstrução órbitro-palpebral.

Cicatriz:

As cicatrizes podem ser camufladas dentro dos sulcos naturais da pele quando possível.

Tempo de cirurgia:

Depende do grau de lesão ocorrida.

Tempo de hospitalização:

O tempo de internação da reconstrução órbitro-palpebral é normalmente de 24 a 48 horas.

Tempo de recuperação:

O resultado final pode ser visto em 3 a 6 meses.

Pós-operatório:

O paciente deve ficar em repouso. É preciso também evitar exposição ao sol. O paciente pode retomar as atividades cotidianas em uma semana. Os exercícios físicos estão liberados em 15 dias.

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Ptose palpebral ou pálpebras caídas
ptose palpebral ou blefaroptose, conhecida popularmente como “pálpebras caídas”, caracteriza-se pela disfunção ou inabilidade do paciente em abrir a pálpebra de maneira normal. Geralmente, é decorrente do acometimento do músculo levantador da pálpebra, possuindo origens congênitas ou adquiridas. O problema pode ser corrigido com a cirurgia de ptose palpebral.

O cirurgião plástico Guilherme Miranda, que atende nos bairros de Ipanema e Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, explica que o paciente pode nascer com a ptose palpebral ou adquiri-la, devido a um trauma ou doença, assim como também pelo envelhecimento. Com o passar da idade, ocorre um enfraquecimento dos tecidos que sustentam a pálpebra. Já a ptose de origem mecânica está associada ao aumento de peso da pálpebra superior, o que ocorre nos casos de tumores nesta região.

A ptose palpebral ou blefaroptose varia desde uma queda discreta até oclusão total da fenda palpebral. Existem diversas técnicas para acirurgia de ptose palpebral, que dependem da origem do problema e do grau de queda da pálpebra.

Anestesia:

Na cirurgia de blefaroptose, utiliza-se a anestesia local com sedação.

Cicatriz:

Segundo o Dr. Guilherme Miranda, que atende nos bairros de Ipanema e Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a cicatriz da cirurgia de ptose palpebral fica disfarçada nos sulcos naturais da pele.

Tempo de procedimento:

De uma a duas horas.

Tempo de hospitalização:

O tempo de internação é de 12 a 24 horas.

Tempo de recuperação:

O resultado pode ser visto após a retirada dos pontos. A recuperação total ocorre em 30 dias.

Pós-operatório:

O paciente deve ficar em repouso por 48 horas. O paciente pode retomar as atividades cotidianas em uma semana. Os exercícios físicos estão liberados em 10 a 15 dias. Deve-se proteger a região de esbarrões e, na hora de dormir, evitar encostar no travesseiro.

Os pacientes devem utilizar compressas com água mineral fria ou soro fisiológico frio por alguns minutos, diversas vezes ao dia. A oclusão dos olhos com tampão costuma ser adotada por alguns cirurgiões. Após a cirurgia de ptose palpebral, deve-se evitar banhos quentes, sol e calor, que favorecem o aparecimento de edemas e equimoses. Também não é recomendado assistir à televisão nas primeiras 24 horas. Tem que se manter a cabeça sempre elevada e não coçar os olhos. Nas primeiras semanas após a cirurgia de blefaroptose, é recomendado que o paciente use óculos escuros para sair de casa.

O período de maturação das cicatrizes se dá em até três meses após a cirurgia. Nos primeiros dias, uma maquiagem leve pode disfarçá-las consideravelmente. A pele da pálpebra é a região do corpo de melhor cicatrização e os resultados da cirurgia não ficam aparentes.

– Correção de outras deformidades congênitas: Microtia – orelha pequena; ausência total ou de partes da orelha, orelha em taça, entre outras

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Cirurgia reparadora de orelhas

A cirurgia reparadora de orelhas é um procedimento cirúrgico que tem como objetivo restabelecer na medida do possível o desenho e a forma do nariz após traumas, retirada de tumores ou deformidades congênitas nas orelhas. Entre as principais deformidades congênitas estão amicrotia, ou orelha pequena, a ausência total ou de partes da orelha assim como também a orelha em taça (deformidade no pólo superior da orelha) e etc.

Já as principais deformidades adquiridas são as fissuras de lóbulos de orelha por brinco, as queimaduras e amputação parcial ou total da orelha.

Deformidades adquiridas da orelha:

– Fissura em lóbulo de orelha (rasgo por brinco)
Um dos procedimentos reparadores de orelhas mais comuns é a correção da fissura de lóbulo por brinco. O procedimento é bem simples, feito com anestesia local, em consultório e tem a duração de 20 a 40 minutos. A cicatriz fica no lóbulo da orelha e é quase imperceptível. No pós-operatório, deve-se ficar 48 horas sem fazer atividades físicas e evitar colocar brincos por pelo menos 30 dias. O resultado final pode ser visto pontos em três semanas, quando são retirados pontos.

– Amputação parcial ou total da orelha e queimaduras
A cirurgia
:

Utiliza-se a cartilagem da costela como enxerto para simular as cartilagens auriculares. Estas são recobertas em um segundo tempo cirúrgico por tecido do couro cabeludo e da pele atrás da orelha.

Anestesia:

Utiliza-se a anestesia geral.

Cicatriz:

Cicatrizes na orelha, na região do couro cabeludo, próximo a parte de trás da orelha e no tórax pela retirada um fragmento de cartilagem da costela.

Deformidades congênitas da orelha:
– Microtia
A cirurgia
:

Na cirurgia de microtia, utiliza-se o tecido do couro cabeludo e da pele atrás da orelha e pode-se utilizar a cartilagem da costela.

Anestesia:

Utiliza-se a anestesia geral na correção de microtia.

Cicatriz:

Cicatrizes na orelha, na região do couro cabeludo, próximo a parte de trás da orelha e no tórax pela retirada um fragmento de cartilagem da costela.

– Orelha em Taça
A cirurgia:

Utiliza-se o tecido do couro cabeludo e da pele atrás da orelha.

Anestesia:

Na cirurgia de correção da orelha em taça, utiliza-se a anestesia geral ou local mais sedação.

Cicatriz:

A cicatriz na correção da orelha em taça fica localizada na região do couro cabeludo, próxima a parte de trás da orelha.

– Ausência parcial ou total da orelha
Anestesia:

Utiliza-se a anestesia geral.

A cirurgia:

Utiliza-se a cartilagem da costela como enxerto para simular as cartilagens auriculares. Estas são recobertas em um segundo tempo cirúrgico por tecido do couro cabeludo e da pele atrás da orelha.

Cicatriz:

A cicatriz fica localizada na região do couro cabeludo, próxima a parte de trás da orelha e no tórax para retirar um fragmento de cartilagem da costela.

– Reconstrução nasal

Lábio leporino

Algumas crianças nascem com lábio leporino, também conhecido como fissura labial ou fenda labial, que é uma má formação congênita, em que lábio superior não se une na parte central. O problema pode se apresentar desde uma pequena fenda no lábio a até a completa separação deste do nariz.

De acordo com o cirurgião plástico Guilherme Miranda, o lábio leporino tem a indicação de correção, em sua grande maioria, a partir dos três meses de idade ou de preferência até o início da idade escolar.

Contudo, não é incomum encontrarmos adultos que ainda possuem esta deformidade não corrigida na infância ou, até mesmo, reparada parcialmente. Nestes casos, também é possível ainda a correção e melhora da estética local. Somente os problemas da fala, quando presentes, decorrentes de anos de lesão é que são mais difíceis de tratar, sendo indicado o fonoaudiólogo para tratamento e acompanhamento nestes casos.

Anestesia:

A anestesia na cirurgia de correção do lábio leporino é a geral.

Cicatriz:

A cicatriz da cirurgia de lábio leporino fica localizada no local da fissura e vai depender do tipo de deformidade pré-existente.

Tempo de cirurgia:

De duas a 4 horas.

Tempo de hospitalização:

De 24 a 48 horas.

Tempo de recuperação:

O resultado final pode ser visto em seis meses a um ano e o tratamento, sobretudo nas crianças, é multidisciplinar, sendo necessária além da cirurgia, a presença do pediatra, do fonoaudiólogo e do dentista.

– Reconstrução labial após trauma ou tumores.

– Alopécias localizadas (perda focal de cabelo)

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